Laurinha muda de idéia

Problemas domésticos e nerdices

3 de outubro de 2011

Sopas e receitas

Virei fã de fazer sopas e legumes e afins. Eu cozinho nos finais de semana para poder levar comida para o trabalho durante a semana, e para ter algo que comer nos dias em que não tenho aula à noite.
Hoje, eu vi no Plus um amigo dizendo que precisava aprender a cozinhar porque tinha jantado miojo e bolo. Aí eu lembrei de algo que sempre queria fazer: colocar a Cantina da Laura no ar de novo.

Desde que o Geocities foi pro saco as páginas estavam mofando aqui no meu HD externo, pedindo por uma repaginada, uma segunda chance de ver a luz da internet, conhecer a tão famosa web 2.0 (sabe como é, elas ainda estão fazendo um catch up).

Então estou trazendo tudo de volta aos poucos, atualizando os textos, dando uma melhorada geral. Mas ainda são as mesmas receitas para pessoas que não sabem cozinhar. Então, enjoy!

4 de agosto de 2011

In the meantime...

Eu construí alguns blogs, etc. Aqui vai uma lista:

2 de agosto de 2011

Continho

Nem percebeu que, na verdade, havia se tornado aquilo que mais temia: seu pai.

Quase dois anos depois...

Faz tempo, né? Não vou perder a madruga pensando nos porquês. Só aceitem minhas desculpas.

Eu e o kareshi (japa pra namorado) temos nosso blog, que é em inglês, para acomodar as possibilidades de ambos, mas eu senti falta de escrever um pouquinho em português, então estou reativando.

Eu comecei a ler todas as coisas que eu postei aqui, e cada vez lembrava das razões pelas quais eu tinha um blog. Eu precisava externar as coisas que me passavam. E de repente, numa linda tarde de primavera... ok, não sei quando e nem se era dia ou noite. Mas de repente, eu não precisei mais desse outlet mental que é o blog. Agora eu preciso de novo. Ou acho que preciso. Ou simplesmente preciso escrever.

Vamos com a terceira opção.

São tantas as coisas que aconteceram, nem sei por onde começar a explicar.

Então melhor deixar pra lá. Vamos com o presente, que o passado é pra quem não tem expectativa.

21 de setembro de 2009

Gerenciando o projeto que é a minha vida

Faz tempo que não escrevo nada, mas me deu uma vontade de anotar umas idéias, resolvi colocar aqui.

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Eu não tenho muita facilidade para perceber o big picture (re: your brains), então eu arrumo dispositivos mentais que me ajudem a analisar as situações e priorizar sem precisar fazer um MBA.

Eu comecei então a pensar em todas as tarefas que tenho como parte de um projeto maior. Pode ser de vida, ou de trabalho, dá no mesmo. A questão é: como essa tarefa agrega para o objetivo final da empresa? Ou no caso, da minha vida?


E com isso vem a grande pergunta: qual é o meu objetivo final? Pra que eu estou vivendo minha vida, o que eu pretendo alcançar?

Pensei em algumas opções e, após muito pensar, eu apresento o plano 2009-2010 de resultados esperados:

- Me formar no japonês
- Ter uma vida financeiramente confortável
- Morar em outro país

Com isso, todas as ações precisam se conformar com algum desses objetivos, mesmo que tangencialmente. Às vezes, estudar italiano poderia parecer sem sentido, dado que meu objetivo é me formar no japonês, mas como o objetivo de morar em outro país pode requerer language skills que eu ainda não tenho, conjugar os dois cursos pode ser uma boa idéia. Só um exemplo.

Agora é focar em colocar todas as tarefas no lugar e gerenciar o projeto de vida, cortando excesso onde for necessário e fazendo com que o projeto seja bem lucrativo.

17 de agosto de 2009

Conto Hiperrealista Surreal

Semana passada eu me dei conta de que me aproximar emocionalmente das pessoas me dava enjôo.

Tudo começou quando eu estava lendo e-mails na internet e um rapazinho com quem eu costumo trocar flertes inocentes mandou um e-mail bem simpático, sobre um show bem legal, de uma banda que ele promove. Respondi com um comentário dúbio sobre a qualidade do som da banda e as possíveis implicações disso no andamento de uma noite qualquer.

Foram-se dois dias até que me chegou uma réplica.

Ele me respondeu com um comentário um pouco mais acalorado sobre os possíveis andamentos de uma noite qualquer. O comentário era quase social, no tipo de interação que propunha e na ênfase que dava na questão filosófico-emocional. Revidei então com uma semi-proposta de cunho ininteligível, que não pretendia despertas emoções, mas sim alimentar um jogo antropológico muito conhecido de quem não se vê no time dos casados.

Desliguei, não esperei resposta. Não esperava resposta, pois tudo transcorria como deve.

Passei alguns dias repassando minha resposta no cérebro, refazendo possíveis análises semióticas da mensagem e possível consequências do ato em si.

Nisso, já ia a quarta xícara de café. Meu cérebro estava vendendo neurônios pra pagar as sinapses, sem perceber as correlações, dada a rapidez do processo. Um barato natural. O café tem essas capacidades comigo.

Resolvi que deveria reiniciar o jogo, mas com outros jogadores. Faz bem, mantém a mente saudável e ativa. Enviei comentário similar, relacionado desta vez a uma piada enviada pra uma lista de cerca de 100 pessoas, a um outro rapaz que, vai e vem, também acaba resvalando para um chiste epistemológico.

Foi-se uma semana sem olhar e-mails, trabalhando como esperado, dançando pela vida como fazem aqueles que não têm compromisso.

A volta ao computador trouxe então o enjôo. Ambos tinham respondido, ambos tinham algo a dizer sobre as bestíssimas coisas que eu achei por bem jogar na rede. A rede não era minha, note-se, pois se caiu na rede é peixe, e eu ando numas de frango.

O primeiro me chegou com dores dramáticas de quem passou uma semana à toa, esperando uma presença em tempo real de outrém. Reclamações poéticas, ainda que de um lirismo inteligente, indicando que depois de qual seja a última resposta que enviei, algo deveria ter acontecido e não. Enjoei automaticamente e quis, naquele mesmo momento, ligar a TV no Multishow e torcer para que um programa estúpido estivesse no ar. Estava passando algo interessante, e não pude assistir. Eu estava enjoada.

O segundo, menos poético mas não menos carente, indicava, por A + B, que minha resposta não poderia passar impune e que algo precisava ser feito. Que minhas recusas em atender o telefone durante aquela semana, que de fato ocorreram, eram um desacato ao tamanho do sentimento que parecia existir entre essas duas almas. De fato, eu enjoei ao ver o telefone tocar, nem precisaria da resposta em si.

Aí temos, então: duas respostas fervorosas de necessidade de contato e pertencimento. Enjôo.

Voltei às xícaras de café. Agora eu já contava seis sobre a mesa. Cada uma delas extremamente vazia de significado e líquido.

5 de julho de 2009

Pink Lemonade

Esse suco ficou ótimo. A romã foi alçada à condição de nova fruta favorita. É um dos novos clássicos, como dizia a TNT.

Ingredientes

1 Limão
1/4 de romã
1/2 litro de água

Tire a casca do limão e pique em quatro e jogue no liquidificador. Depois, passe tudo na peneira e beba. Num dia frio como hoje, nem precisou de gelo. E eu não gosto de suco com açúcar, mas isso é cada um, cada um.