Problemas domésticos e nerdices

17 de junho de 2007

So Jealous

I don't want to be part of the problem
I try so hard to get roughed up
fists on up, it looks that easy
it looks that way to me
it looks that way to you
but then there's you telling me I can
then there's you screaming say something

I get so jealous that I can't even work,
I get so jealous that I can't even work.

how can they ask why I feel so angry
do you see my problem if I never explain it
but then there's you asking me how long
say something, it's taken me so long

13 de junho de 2007

Só a TV me entende

Tem gente que me acha engraçada. Esse é certamente o maior elogio que eu poderia receber. Desde criança tudo que eu sempre quis era ser engraçada.

Eu cresci assistindo seriados. Lembro da Sessão Comédia da Globo, que foi uma das primeiras coisas que eu lembrei na TV. Tinha Super Vicky, minha irmãzinha. Isso porque dizem que eu digito como ela.

Tinha o Alf, a família Huxtable, com o Bill Cosby, que reaprendi a respeitar recentemente, dezenas de seriados de comédia. Eu nunca gostei muito de drama.

Crescer rodeada desses personagens quis dizer crescer ouvindo diálogos cuja única finalidade era a punchline. Aquela tirada às vezes desconcertante, às vezes absurda que dá sentido ao resto da conversa. Ou retira o sentido completamente. O que importa é que é o que aciona a claque, aquelas risadas fakes que sempre aparecem nos sitcoms. Eu sempre esperei ardentemente pela claque nas minhas conversas.

Sitcom, aliás, é uma palavra que eu aprendi na Capricho, na época de Barrados no Baile, quando fizeram uma matéria falando do programa e chamaram o seriado de sitcom. Eu nunca nem imaginava. Situation Comedy. Vamos concordar que Barrados no Baile não tinha nada de comedy.

Voltando ao assunto. Toda minha infância e adolescência foi pontuada por diálogos que acabavam em risadas. Até em MASH, um dos meus favoritos, que era sobre a guerra da Coréia, a claque dominava. Hawkeye Pierce e Trapper McIntire sempre tinham uma pérola sarcástica para acabar com qualquer argumento da Frank ou da Major Houlihan, mesmo durante uma cirurgia tensa que podia matar um soldado de 15 anos. Como eu posso levar a vida a sério tendo esse tipo de background?


Eu tendo a sempre ver um lado irônico, ou a tentar não levar pro lado ruim, ou a confiar que as pessoas estão fazendo aquilo pela piada. Eu estou.

11 de junho de 2007

Top 10 Músicas do Momento

  1. The Walkmen - Rue the Day
  2. Ella Fitzgerald - All Through the Night
  3. Mika - Grace Kelly
  4. The Thrills - Old Friends, New Lovers
  5. Regina Spektor - Samson
  6. The Apparitions - God Monkey Robot
  7. Roxette - The Big L
  8. Mark Ronson - Toxic
  9. Bill Evans - I Loves You Porgy
  10. Skunk Anansie - Secretly

10 de junho de 2007

Música é meu negócio

Meu vizinho de cima tem um violão e toca a noite toda. Eu tenho um Guitar Hero e toco a noite toda. Será que ele se incomoda? Eu não me incomodo, porque ele toca bem e a seleção musical é boa. Nunca tocou pagode, nem nada da Ivete Sangalo, então eu só tenho que agradecer.

Mas será que ele gosta de Nirvana, de Avenged Sevenfold, de YYZ? Espero que sim, porque enquanto não lançarem GH 3, The 80s!, eu estou com um repertório bem restrito. Principalmente restrito às músicas que eu acho boas de tocar:

- Jessica - The Allman Brothers
- The Beast and the Harlot - Avenged Sevenfold
- Elephant Bones - That Handsome Devil
- YYZ - Rush
- Soy Bomb - Honest Bob and the Factory-to-Dealer Incentives
-Misirlou - Dick Dale