Problemas domésticos e nerdices

10 de setembro de 2007

Exotismo culinário é o que há

Semana retrasada, gỏi cuốn (tirei as melhores dicas de preparo do Grab Your Fork).

Semana passada, falafel. Assado, de acordo com a dica da Karen.

Essa magia de cozinhar apareceu de novo quando o Lello me emprestou os livrinhos da coleção da Folha. Eu tinha comprado papel de arroz na Liberdade, mas não sabia o que fazer. Daí eu vi na Martha Stewart como se faz goi cuon. Tou sem pique para os acentos. É facílimo. Basta fatiar várias coisas em fiapos: cenoura, pepino japonês, manga... Daí você faz um pouco de carne (ou pode fazer sem, se for vegetariano), cozinha um pouco de bifum, cozinha uns camarões cinzas e buf, tem um rolinho de verão.
Ah sim, você precisa passar as folhas de arroz na água morna. Não encharque, senão a chance de quebrar é maior. O negócio é voce botar água numa tigela um pouco maior que o diâmetro da folha, e só garantir que molhou os dois lados por igual, sem deixar encharcar. Daí você faz umas panquequinhas, e come com molho de shoyu.

E o livrinho não teve nada a ver com isso, diretamente. Mas quando eu vi os livros na casa do Lello (que está fazendo um tour gostosas na Europa, no momento), pensei: deve ter um do Vietnã, deve ter receita de rolinho. Mas não tinha, mas eu resolvi pegar o de Israel, pela receita de falafel, e o da Suíça, pela receita de rösti. Rösti, aliás, é a receita da semana que vem. Nas outras duas próximas semanas eu tou garantida: casamentos.

Cansei de macarrão. Agora, vou variar.

5 de setembro de 2007

America's Next Top Model

Eu sei que o programa já acabou faz uma vida nos EUA, mas eu tava vendo na Sony.

A Caridee ganhou!

Foi igualzinho à final do primeiro Top Chef (eu adoro realities de profissões): duas pessoas com skillset perfeito, realmente quem deveria ir, mas quem levou foi "the good guy". Porque, no fim das contas, tem que levar em conta que se a pessoa vai ser porta-voz de uma marca, vai representar uma emissora, ou afins, dificilmente vão escolher alguém "bitchy", que não tem consideração pelos outros.

Tiffany se ferrou na final do Top Chef 1, Marcel se ferrou na final do Top Chef 2, a Jade se ferrou no ANTM 6, e agora, a franga da Melrose se ferrou. Diferentemente do American Idol, não tem voto do público, então os concorrentes dependem completamente de como eles se apresentam não só para o júri, mas também para o mundo. Então, resolveu sacanear alguém, se ferrou. Resolveu não ser amiga de ninguém, se ferrou também. Resolveu que só está lá pra ganhar, azar o seu. Vai ganhar medalha de prata. E não do tipo bom, como diria o Lello.

Fico feliz de saber que, em algum lugar, alguém está sendo recompensado por ser gente boa, por tentar ser agradável.

Eu acho que eu ando levando esses realities show muito a sério.


Mas... quando vão passar Top Chef 3?

Homens da Enterprise - alguns highlights

Capitão Archer: ele é quase uma criança, de tão crédulo. Por isso ele só se ferra. Acredita em todo mundo que diz que precisa entrar na Enterprise, daí acaba perdendo parte da tripulação e tendo que recuperar. Deve ter sido uma infância muito feliz pra ele ser tão crédulo assim. É até bom. Fico feliz em saber que as pessoas acreditam na bondade humana. Mesmo que essas pessoas sejam fictícias.



Trip: Nunca vi um texano tão agradável. Parece bem impossível que alguém não se apaixone por um engenheiro espacial que toca gaita e tem um sorriso tão adorável.









Malcolm: Começou como o cara que eu achava o mais adorável. Agora, ele me entedia. Maleta superformal da peste.








Travis: Tem cara de criança. Dificilmente fala algo mais interessante do que "we're out of warp".









Dr. Phlox: Qualquer cara que adora tantos os animais e tem olhos azuis brilhantes é meu tipo.

3 de setembro de 2007

Sempre existe um canto escuro a se explorar

Toda vez que eu assisto Enterprise eu fico com a mesma sensação: todas as tavernas são lugares onde se planejam grandes golpes contra a população local.

E, claro, o planejamento sempre ocorre em salas escuras nos fundos, onde os clientes não deveriam ir, mas eles sempre acabam indo. Como nos filmes de terror em que a franga está sempre aterrorizada, mas desce a escada pra ver quem está lá de qualquer maneira.

E o Enterprise acabou com a história do cara da camisa vermelha. Talvez porque o uniforme de todos é azul e só tem uma listrinha colorida, o que dificultaria. Mas não sei.

2 de setembro de 2007

Why being really lonely is sometimes super awesome

Eu estou assistindo Scrubs, e esse era o título do último post do blog do JD, segundo o Dr. Cox. Isso me lembra que na semana passada eu tive duas chances de mencionar Scrubs em conversas normais. Incrível.

E é verdade, às vezes, ficar sozinho, é realmente fantástico. Ok, não é. Mas não tem nada que se possa fazer, então você se acostuma. E você sempre pode ter família por perto, e amigos. Mas morar sozinha é esquisito de vez em quando. Principalmente quando você começa a gostar.

Trilha sonora do dia: Half The World Away - REM