Problemas domésticos e nerdices

26 de fevereiro de 2009

Spinnst Du???

Ai ai, estou apaixonada pelo alemão do comercial da Volkswagen!

18 de fevereiro de 2009

Revendo a decisão de fazer parte do mundo adulto

Quando eu acabei a faculdade e resolvi me mudar pra morar sozinha não foi difícil. Parecia ótimo ter meu próprio canto, e poder decidir a decoração, e qualquer outra coisa que tivesse que decidir. Problema todo mundo tem e a vida não tá fácil pra ninguém, e o que eu tive que resolver, eu resolvi (com muita ajuda dos meus pais).

Nessa época eu morava num apartamento que pertencia aos meus pais, então não tinha contrato e o aluguel era camarada.

Quando eu eventualmente resolvi me mudar para outra parte da cidade, fiz um contrato de aluguel, e foi a coisa mais adulta que eu já fiz. Até mesmo o carro que eu comprei antes não me deu essa sensação. Ter um contrato com meu nome, fechado com terceiros (estranhos)... nada é tão assustador quanto não atingir as expectativas de um estranho.

Mas sobrevivi, me acostumei com o lugar e sempre consegui manter uma boa relação com o proprietário.

Daí eu resolvi comprar um apartamento, e foi a coisa mais adulta que eu já fiz. Primeiro, procurar e decidir num pedaço de terra (nem é terra, comprar um apartamento é comprar paredes sobre/abaixo a cabeça de alguém), fazer um acordo para gastar uma grana que você não tem e convencer o banco de que você realmente vale aquela grana. Depois, fazer uma reforma, por menor que seja. Contratar serviços, analisar a qualidade do serviço prestado.

E eu achava que a vida adulta era boa, afinal, eu sobrevivi às coisas mais assustadoras (ter filhos ainda é uma coisa surreal).

Até que eu fui à minha primeira reunião de condomínio.

Acho que, a única maneira da discussão ser produtiva é se todas as perguntas fossem feitas com os participantes numa cabine do Domingo no Parque, onde eles só ouvissem música e dissessem "Siiim" ou "Nãaaao".

A reunião de condomínio, num prédio antigo como o meu, é mais uma lavação de roupa suja sobre pendengas que correm há décadas do que uma reunião de deliberação sobre assuntos do condomínio.

E isso deve mesmo ser inevitável. É como reunião de família no Natal ou aniversário de alguém, quando uma pessoa reclama de algo e outra lembra que é o roto falando do rasgado, "porque você lembra quando, em 98, você disse que não iria dividir com a gente aquele presente"... e começa a briga.

Em poucos momentos (ou muitos, lentos e dolorosos momentos) você percebe quem é amigo de quem, quem já tretou com quem, quem apóia o síndico, quem odeia o síndico, e, acima de tudo, quem é o síndico e se você deveria apoiá-lo ou odiá-lo.

E a discussão não progride. Seis assuntos na pauta podem se arrastar por quatro dolorosas horas. É um debate eleitoral sem tempo estabelecido para exposição, réplica ou tréplica. E onde a opinião dos eleitores importa muito pouco.

Minha decisão é de me manter completamente à parte disso. Meu tempo e meu cérebro valem mais do que tomar parte em discussões mesquinhas. Eu estou abrindo mão do meu direito de dar opinião para poder conservar minha sanidade mental.

Essa é provavelmente a única razão para se comprar um prédio na planta. No previous history. Crie seus próprios problemas com outros condôminos.

14 de fevereiro de 2009

13 de fevereiro de 2009

Seriados que eu adoro e não comprei em dvd ainda

- Taxi
- Step by Step
- Head of the Class
- Facts of Life
- Agentes da Felicidade
- O Superherói americano

E muitos outros

10 de fevereiro de 2009

6 de fevereiro de 2009

O verão está lindo!

Hoje, voltando do trabalho, peguei algumas flores da frente da escolinha aqui perto, porque o cheiro delas é sensacional. Acho que é damadda-noite.

Descendo a rua, vi umas crianças brincando na rua, subindo nas árvores, e alguns adultos passeando cachorrinhos minúsculos.

Eu vejo a vida passando para todo mundo e fico feliz de ver que o dia foi lindo não só pra mim. Meu dia foi ótimo, por mil razões.

Fiz coisas relevantes pra minha vida, coisas importantes pro meu trabalho, tive conversas divertidas e bebi com pessoas legais.

I don't think it gets better than this.